Biopoder e subjetividade: o corpo como primeiro território

Vinícius Ricardo do Nascimento

Resumo


Busca-se neste artigo refletir sobre o corpo como primeiro território de controle e suas implicações para a reprodução cotidiana da subjetividade. Independentemente da tipologia de governo que se instaura em um determinado território, o fato é que para a manutenção do status quo é necessário legitimidade. Tal apoio oriundo da sociedade tem como base os sujeitos que a compõe. Para a construção da ordem se faz necessário a legalidade, a coerção e, por vezes, a coação. Portanto, o biopoder é uma estratégia de suma importância para Estados e órgãos supranacionais na formação da subjetividade de cada cidadão, seja em escala local ou global. O corpo como primeiro território aplicado ao Brexit e à educação como resistência.   


Palavras-chave


Território; Biopoder; Subjetividade.

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